23 de dezembro de 2009

Marie Claire: Como abordar a homossexualidade com os pais?

Versão online da revista traz uma breve orientação para jovens lésbicas.
Related Posts with Thumbnails

O site da revista Marie Claire (Editora Globo), respondeu a pergunta de uma leitora na coluna Guru do Sexo, que questionava a melhor forma de abordar a homossexualidade com os pais.

A terapeuta Carla Zeglio foi convidada para esclarecer o assunto e em poucas palavras aconselhou o que a jovem em dúvida Andreia, de Belo Horizonte, e demais jovens lésbicas do país podem fazer.

“Você é quem conhece seus pais, então veja se é o caso de falar abertamente ou se as dicas que deu já são o suficiente. Muitas pessoas se surpreendem com o acolhimento vindo da família quando contam desta condição. Ser lésbica não é problema,” diz trecho do aconselhamento de Carla Zeglio.

A matéria, bem curtinha, ressalta também a importância da auto-aceitação para que os pais aceitem melhor a homossexualidade dos filhos.

Confira a dica na íntegra no site oficial da Marie Claire.

Dica do Dolado

22 de dezembro de 2009

O Armário do Mário.

Olha que interessante essa ilustração, de como seria o ármario do Mário Bros.
Eu amava jogar Mário, e você ??

Dica do Blog do Menino

Marília Gabriela dá a entender que sexo gay é anti-natural.

No programa Marília Gabriela Entrevista, exibido pelo canal pago GNT no último domingo, dia 20, a jornalista Marília Gabriela, 51 anos, entrevistou o diretor Aluízio Abranches e o ator Rafael Cardoso do filme “Do Começo ao Fim”. Marília perguntou ao ator: “O quê que é mais difícil, fazer cena de sexo gay ou de sexo natural?” durante a entrevista.

A experiente jornalista, que fez par com Rafael Cardoso na série Cinquentinha, perguntou ao ator se ele era gay e por várias vezes fez perguntas sobre família, pudor e terminou a entrevista elogiando o ator por sua beleza, chegando a ficar até claro a sua admiração pela beleza do ator gaúcho de 23 anos. O ator se mostrou seguro e respondeu que não era gay e que não se preocupou com preconceitos que o filme pudesse gerar, senão, nem teria feito o teste para o papel.

Revista Lado A


21 de dezembro de 2009

Humor: A pegadinha da morte.

A televisão japonesa tem programas bizarros, mas desta vez se superou. O programa Panic Face King, criado pela emissora TBS (Tokyo Broadcasting System, uma das maiores do país), armou a primeira pegadinha da morte: um ataque à mão armada, com direito a várias execuções de mentira. A emissora convidou o apresentador Kato Ayumi para fazer uma reportagem. Ele achava que iria entrevistar dois membros de uma organização criminosa. De repente, um atirador fez vários disparos pela janela – matando os entrevistados e o câmera. Em pânico, Kato se escondeu atrás de um sofá. Entrou na sala um falso policial, que trocou tiros com o bandido e revelou a verdade. O vídeo, que foi ao ar em outubro, acabou caindo na internet – e gerando escândalo pelo mundo. “Nós nunca faríamos isso. Até me arrepiou”, diz o ator Ivo Holanda, 74 anos, o pioneiro e rei das pegadinhas no Brasil. Mas os produtores japoneses não estão nem aí. Um dos programas de maior audiência no país é o Batsu Game (“jogo do castigo”), que é puramente sádico: os participantes levam tapas na cara, chicotadas, surras com lápis gigantes de borracha ou tiros de dardo no bumbum. Não é brincadêra, meu! Ô loco!


20 de dezembro de 2009

O Vestido de Noivo em um casamento Homoafetivo.

Nunca tinha visto um vestido de noivo, olhem que interessante. Não esqueçam de comentar o que acharam sobre essa novidade.

Você usaria ?

[10421_1121737724985_1273326271_30307683_5708910_n.jpg]

[10421_1121674203397_1273326271_30307412_675837_n.jpg]

[10421_1121673963391_1273326271_30307406_4892385_n.jpg]

[10421_1121738284999_1273326271_30307697_5602442_n.jpg]

[10421_1121737764986_1273326271_30307684_5810701_n.jpg]

Nem sempre o que vemos é realmente aquilo que deveria ser.



Nem sempre o que vemos é realmente aquilo que deveria ser! Cuidado ao tentar ajudar os outros. Você pode ser mal interpretado!

19 de dezembro de 2009

Curta narra encontro de sargento e jovem

Para fechar o fim de semana, que tal um filme? A dica é o curta Sargento Garcia, produzido em 2000 e baseado no conto homônimo de Caio Fernando Abreu. A história narra o encontro de um jovem e um sargento na década de 70. Com direção de Tutti Gregianin, o filme, que tem 16 minutos, traz no elenco Marcos Breda (que atualmente interpreta o personagem Pelópidas em Caras e Bocas, novela da Globo), Antonio Carlos Falcão e Gedson Castro.

Com participação em diversos festivais de cinema, tem em seu currículo o prêmio especial do júri no Cine Ceará 2001, melhor curta gaúcho do Festival de Gramado 2001, melhor ator e melhor diretor no Festival de Vitória 2000.

Dica do Bota Dentro






Deveria ter muito mais filmes e curtas com essa temática, além de ser muito interessante e cultural, essas temáticas que abordam a diversidade sexual propaga e incentiva mais respeito e tolerância ás diferenças.
Gustavo Don



São Paulo terá Escola Jovem LGBT a partir de 2010

Escola LGBT de São Paulo deve abrir suas portas em Março

O Estado de São Paulo firmou parceria com o grupo E-Jovem nesta semana para criar a Escola Jovem LGBT. Iniciativa pioneira no País, a escola terá por objetivo difundir a cultura LGBT através de cursos abertos a toda a juventude, independente de orientação sexual.

Com financiamento do governo do Estado e do Ministério da Cultura, o espaço com sede em Campinas deverá reunir jovens de Sorocaba, Grande São Paulo e Baixada Santista. Os participantes terão aula de criação de revistas e zines, dança, música, TV, teatro e performance drag, entre outras. O material produzido durante as aulas serão posteriormente distribuídos por todo o Estado.

"A escola é um Ponto de Cultura. O fato de os cursos serem abertos a todos e não só a jovens gays é parte da nossa estratégia de combate à homofobia", afirmou o ativista Deco Ribeiro, indicado para diretor da Escola Jovem LGBT.

Matrículas e inscrições para bolsas de estudo devem ser abertas em março de 2010.

Richarlyson é vítima do maior ataque homofóbico em massa já observado na História do Futebol.

Jogador são-paulino é alvo da mais orquestrada reação homofóbica da história do futebol brasileiro
Não importa muito se Richarlyson é ou não é homossexual _ele diz que não é, e isso deveria bastar _ o que importa é que o atleta está sofrendo a maior perseguição homofóbica já observada no futebol brasileiro. O jogador foi ameaçado de morte e, mesmo ouvindo 50 mil vozes gritando ofensas no campo, tem entrado de cabeça erguida no campo e feito seu trabalho.

Imagine o que são 50 mil vozes de SEU PRÓPRIO TIME _e não do adversário, como esperado_ gritando ofensas a um único jogador? E o motivo é aquele que nós todos conhecemos tão bem: parte da torcida acredita que o jogador seja homossexual. E essa torcida não quer um homossexual em seu time. Por isso pressiona em massa para que ele saia do São Paulo Futebol Clube. Mais uma vez é bom que se diga: não importa se ele é ou não homossexual, o que importa é que Richarlyson está sofrendo o mais agressivo levante homofóbico dirigido por um enorme grupo a uma única pessoa. E ele tem enfrentado isso com muita coragem.

Recentemente foi fotografado usando um longo aplique de cabelos e essa imagem aumentou muito o ódio dos torcedores ao jogador. Richarlyson já disse que não teme a reação dos torcedores e que pode tirar o aplique a qualquer momento. Neste sábado, 19, em um jogo beneficente que ele participará no interior de São Paulo, o jogador deverá falar sobre a polêmica, já que QUATRO emissora de televisão mandarão equipes apra cobrior a partida que pretende arrecar leite para crianças carentes.

Os dirigentes do clube estão dando aula de profissionalismo: "Não há situação nenhuma envolvendo o Richarlyson. O clube é dirigido de dentro para fora, a gente não resolve nada porque disseram algo na internet", afirmou Marco Aurélio Cunha, dirigente de futebol do clube.

O cartola assegurou ainda que não pedirá ao jogador uma mudança no visual para evitar maiores problemas. Disse que "o São Paulo o respeita e o considera". "Não temos de pedir nada. O Richarlyson e os demais têm de cumprir seus deveres de atleta, só isso", acrescentou. E ele tem cumprido com uma dose extra de dignidade. FONTE


Vídeo: Cofrinho Japonês



Quero saber como tira as moedas rs...

Maquiagem: Aprenda a usar sombra de três cores


As sombras que mesclam três cores em uma embalagem possuem, normalmente, uma opção ‘coloridinha’ para ser usada nas pálpebras, uma mais escura, que fica bem no côncavo e uma clarinha, que pode iluminar a margem da sobrancelha.

Mas você sempre pode subverter! Experimente usar a escura nas pálpebras e colocar um toque da colorida no canto interno ou no centro dos olhos. Essa opção é sofisticada e garante olhos ‘à la’ celebridade. Uma outra maneira de brincar com o conjunto é aplicar a colorida nas pálpebras, a escura junto à raiz dos cílios e a clarinha pra iluminar. Esta opção fica bem moderna!

Para não ter erro, vamos conferir os locais exatos de cada sombra:
Pálpebra: é a parte gordinha do olho.
Côncavo: é a parte mais ‘fundinha’ do olho, logo acima da pálpebra, onde se cria uma sombra natural.
Margem da sobrancelha: fica acima do côncavo e vai até o arco da sobrancelha.

Fonte: Marie Claire

12 de dezembro de 2009

Homossexualidade debaixo do tapete do gramado


por Fabrício Carpinejar e Mário Corso


Não há sequer um jogador de futebol que se assumiu gay no Brasil.

Não houve um único homem de fibra que disse em qualquer microfone de qualquer rádio em qualquer partida: Queria mandar um abraço ao meu marido.

Já entendi a resposta, não temos que misturar vida pública da pessoal. O trauma é que não existe vida pessoal até o momento, nem para ser misturada. Não há um único gay declarado. Temos cinco Copas do Mundo, somos eleitos o melhor toque de bola da terra, e não localizamos um gay jogando na Primeira, na Segunda e na Terceira Divisão, tampouco nos campeonatos regionais. Não é estranho?

Não é o caso de sair do armário, é para sair do arquivo secreto. Em toda profissão, encontraremos profissionais gays bem sucedidos, resolvidos, abertos. Menos no futebol.

É um mistério - para não dizer um escândalo - a homofobia.

Procuramos bares e festas gays, músicas e filmes gays, amigos e confidentes gays, não conseguimos pensar nossa vida sem a transparência sexual e emocional, porém não sentimos que há alguma coisa errada nos gramados. Como? A ausência não é natural. É forçada, ensaiada, recalcada. Desse jeito, os estádios brasileiros são campos de concentração. É uma omissão digna de Fidel castro, que perseguiu milhares de militantes.

Jogador não se assume gay, é acusado. Gay ainda é visto como uma acusação no futebol. Uma ofensa ao rival. Nenhum atleta se expressou publicamente com medo do boicote, com medo de ficar no banco, com medo de ser descartado do elenco, com medo de represália na família.

Ser gay no futebol permanece como fofoca, maledicência, safadeza. Onde estamos? Quando não é inferiorizado por ataques, vira folclore. Anedotário.

Persevera um tabu católico de que o gay é um desvio da natureza, um problema psicológico, uma doença física. Convenhamos, vamos falar sério. Como gente grande. Técnicos não abrem a boca, dirigentes fingem que não é censura, comentaristas aceitam a armação purista.

Será que temem um jogador gay tomando banho no vestiário, convivendo com colegas seminus? Será que imaginam que ele atacará? Que ficará olhando, flertando? Que vai derrubar o sabonete de propósito?

Mas, então, os clubes de piscina devem ser fechados. Não inauguramos o respeito, não aprendemos sobre intimidade. É uma desonra confundir gay com tarado. É uma distorção confundi-lo com promíscuo.

Craque pode se encontrar em motel com travestis, só não pode ser homossexual.

Sabe o que é isso? Covardia da própria masculinidade.

Avançamos no combate ao racismo na torcida, mas liberamos os gritos de bicha e de boiola. Inclusive incentivamos as crianças a cantar. Isso não é liberdade de expressão, é crime. Coerção coletiva, disposta a humilhar, é crime.

Não adianta modernizar as arenas para a Copa de 2014 se não modernizamos a moral.

A bobagem que se conta é que os gays não jogam futebol. É preciso ter um desconhecimento total do assunto para apoiar tal ingenuidade perversa. Gay joga futebol, nem melhor nem pior, joga como qualquer um.

No imaginário gay é necessariamente mulherzinha. Quer dizer, não tem virilidade, não tem desenvoltura para esportes de macho. Ocorre que gay é plural, tem tudo que é tipo de gay. Uma das possibilidades entre os gays é partilhar identificação com uma mulher forte na sua história (geralmente a mãe) e então se parecer com ela. Identificação não é tudo, aliás, às vezes não é nada. Muitos homens, pais de família, apaixonados por mulheres, com forte elo feminino, não desejam beijar um homem, nunca passou o apelo pelo corpo.

O problema é que ser gay não está na identificação, e sim na escolha do objeto erótico. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, não se aproximam nem se contaminam.

Um gay pode ter uma forte identificação com seu pai, voz grossa, partir para porrada por qualquer coisa, ser da tropa de choque, mas desejar homens para transar.

E sobejam os casos mistos, ter uma identificação feminina e ao mesmo tempo uma escolha de objeto homo-erótico.

Nelson Rodrigues afirmava que dentro de homem existe sua infância enterrada feito sapo de macumba. O ele faltou dizer é que também está enterrado em cada um de nós o nosso oposto, o sócio minoritário das nossas escolhas, é ele que treme quando o assunto é gay. Quanto pior enterrado, quanto maior esse sapo, mais vai reprimir nos outros para reprimir em si mesmo.

Será que não há também torcedor gay no país? Que vida esse torcedor está defendendo no estádio?
Related Posts with Thumbnails